Caros Companheiros (as),
Não é hora de encotrar culpados para os resultados eleitorais que obtivemos no pleito de 2010, mas é sim, a partir de agora, hora de nos fazermos ouvir numa análise séria e criteriosa do que aconteceu e vem acontecendo no PMDB na minha cidade que é Porto Alegre, e no nosso Rio Grande do Sul.
O PMDB está tomado por um mar de individualidades, onde a coletividade e o sentido de partido político foram esquecidos, onde cada um luta por si e esquece dos outros, vivemos a ilusão e a sombra de sermos um grande partido depois da reeleição de Fogaça em Porto Alegre, e agora tomamos um choque de realidade. Nosso partido encolheu, fez menos votos de legenda até que o PSDB na Capital.
Não é mais possível fazer a política do cada um por si, o partido não pensa, não tem lado nem opinião formada sobre nada, não pensa temas importantes, só debate da porta pra dentro sobre o futuro do PMDB, só faz política para o PMDB e esqueceu das pessoas, durante anos fui discriminado por dizer isso em alto e bom som, talvez porque já entendesse o rumo que as coisas estavam tomando.
Hoje como vice-presidente da Juventude do PMDB no Estado não posso me furtar de dar essa opinião, enquanto não tivermos um PMDB com lado, formos o PMDB do muro, o PMDB onde cada um tem um lado e sempre está tudo certo, enquanto aceitarmos caroneiros oportunistas, que entram e saem no partido quando querem, será assim, é hora de começar do zero, reaprender a fazer política.
A política está mudando e o PMDB envelhecendo, não é demérito ter experiência e idade, pelo contrário é patrimônio, é história, mas o povo quer ter seus anseios atendidos e o PMDB tem q aprender a governar deixando marcas, a falar, fazer e pensar política com identidade e cara, do PMDB, não dá mais para ser a cara do Daniel, a cara do fulano ou do beltrano, precisamos ter a cara do PMDB, vamos tomar lado, somos a favor de pedágios? Somos a favor da proibição das queimadas de campo? Somos a favor da substituição da Lavoura do Fumo? O que pensamos para diminuir a violência no trânsito e o crack? O que fazer para melhorar a mobilidade urbana e o transporte coletivo no dia-a-dia das pessoas? Alguém sabe nossa opinião?
Então após responder essas perguntas é hora de superarmos juntos qualquer vaidade pessoal entre grupos e lideranças políticas, ou damos as mãos e reconstruimos o PMDB ou estaremos fora da história, fora da vida das pessoas, e não teremos a chance de dar nossas contribuições para nossa cidade, nosso Estado e nosso País.
Um grande e cordial abraço,
Daniel Kieling
Vice-Presidente da Juventude do PMDB/RS
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Por que voto em Sebastião Melo 15686 Deputado Estadual

Meu amigo,
Sei que a política está em descrédito, e que a maioria de nós não acredita mais que ela funcione como maneira de mudar as coisas. Porém eu acredito que alguns políticos ainda têm defendido e ajudado conquistas diretamente ligadas ao nosso dia-a-dia.
Por isso peço que olhe com atenção ao meu pedido, peço que votem no hoje vereador e futuro Deputado Sebastião Melo, pois ele conhece melhor do que qualquer um de nós, a nossa cidade, conhece seus problemas e aprovou projetos para ajudar a resolvê-los, como o Projeto que prevê para 2014 a proibição das Carroças, e o projeto que permite aquelas pessoas que fizeram reformas em suas casas e não tem Habite-Se, que tirem o documento junto a Prefeitura.
Ele defende também a melhoria imediata no caos Urbano que vivemos, com planejamento da cidade e muito investimento em Mobilidade Urbana, mas para isso precisamos do teu voto!
Portanto pense bem, vote com consciência, naqueles que ainda prestam atenção atenção naquilo que eu e você vivemos no nosso dia-a-dia, dia 03 deoutubro vote assim: Sebastião Melo 15686 Deputado Estadual, Fogaça 15 Governador e Rigotto 151 Senador.
Um grande abraço, e continuem contando comigo!
Daniel Kieling
Presidente da AMAL (Associação dos Moradores e Amigos do Lindóia)
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Começa a Retirada das Carroças em Porto Alegre
01/07/2010 | Diário Gaúcho |
Carroceiros da Ilha da Pintada
Representantes da prefeitura da Capital e do governo do Estado visitam hoje a Colônia de Pescadores Z5, na Ilha da Pintada, para dar início ao processo de cadastramento dos carroceiros e carrinheiros da região Arquipélago. A prefeitura quer retirar os carroceiros das ruas antes da Copa de 2014.
01/07/2010 | O Sul | Geral | p. 14 |
Começa estudo para capacitação de recicladores da Capital
A Colônia de Pescadores Z5, na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, recebe hoje representantes da prefeitura, Estado e sociedade civil para o início do estudo das ações de geração de renda na construção civil, turismo, piscicultura, viveiros e artesanato para recicladores. O objetivo é reduzir as carroças no trânsito.
Carroceiros da Ilha da Pintada
Representantes da prefeitura da Capital e do governo do Estado visitam hoje a Colônia de Pescadores Z5, na Ilha da Pintada, para dar início ao processo de cadastramento dos carroceiros e carrinheiros da região Arquipélago. A prefeitura quer retirar os carroceiros das ruas antes da Copa de 2014.
01/07/2010 | O Sul | Geral | p. 14 |
Começa estudo para capacitação de recicladores da Capital
A Colônia de Pescadores Z5, na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, recebe hoje representantes da prefeitura, Estado e sociedade civil para o início do estudo das ações de geração de renda na construção civil, turismo, piscicultura, viveiros e artesanato para recicladores. O objetivo é reduzir as carroças no trânsito.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Atitude de um jovem em defesa da região
ZH LINDÓIA DESTACA:
17 de junho de 2010 | N° 16369
CONHEÇA SEU VIZINHO / DANIEL LIMA KIELING
Atitude de um jovem em defesa da região
Presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Lindoia
Daniel Lima Kieling mora em uma casa da Rua Assunção, no Jardim Lindoia, desde que nasceu. Aos 26 anos, é presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Lindoia. No bairro, frequenta pizzarias, caminha pelas praças, vai à academia e encontra com os amigos. De família de funcionários da Varig, já cursou Letras e hoje é estudante de Gestão Pública na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).
Envolvido com atividades políticas e sociais desde os 16 anos, ainda no grêmio estudantil da Escola Estadual Irmão Pedro, já presidiu o diretório acadêmico de Letras e o Diretório Central do Estudantes (DCE) da Faculdade Porto Alegrense (FAP). Dedicado às questões do bairro e ao trabalho, Kieling também é um amante da velocidade e, nas horas vagas, treina para se tornar piloto de automobilismo.
ZH Lindoia – Como você definiria a região, em uma palavra?
Daniel Lima Kieling – Aconchegante.
ZH – Qual a rua mais charmosa?
Kieling – A minha (Assunção).
ZH – Qual sua lembrança mais remota sobre o bairro?
Kieling – Manhã de domingo em 1991, primeira vitória de Ayrton Senna num GP do Brasil. Os vizinhos colocaram bandeiras do Brasil nas janelas.
ZH – Como é o vizinho ideal?
Kieling – Bem educado, discreto e preocupado com as coisas do bairro.
ZH – Se pudesse, o que mudaria no bairro?
Kieling – O trânsito da Avenida Panamericana e os assaltos.
ZH – O que nunca mudaria?
Kieling – As praças.
ZH – Se você tivesse de escolher uma trilha musical para a região, qual seria?
Kieling – O tema da vitória de Ayrton Senna, na busca por melhorar a nossa região.
ZH – Em que situações você precisa sair do bairro?
Kieling – Todos os dias para trabalhar.
ZH – Que morador da região você admira?
Kieling – A nossa piloto Cristina Rosito.
ZH – Uma frase para os vizinhos.
Kieling – Nosso bairro é a nossa cara e tem o nosso jeito. Quer ele melhor? Ajude-o a melhorar.
ZH – Como Porto Alegre seria sem o seu bairro?
Kieling – Menos charmosa.
ZH – Uma história legal sua com o bairro.
Kieling – Hoje, quando chego nos lugares, audiências oficiais e reuniões públicas, entre outras, o pessoal comenta: já chegou o Lindoia.
ZH– Como você imagina o bairro no futuro?
Kieling – Preservando suas características residenciais e com menos trânsito nas nossas ruas, pois isto será sinal de que a Sertório e a Assis Brasil também estarão melhores para todos nós que trabalhamos fora.
As dicas do morador:
> Um recanto escondido: “As escadarias que levam até a Rua Ouro Preto.”
> Um restaurante: “Deck Bar Chopp.”
> Um detalhe para observar: “As árvores do bairro.”
> Um lugar para caminhar: “A Praça Torbem Friderich”.
> O que cuidar quando sair na rua: “Os motoqueiros, que nem sempre são os nobres trabalhadores motoboys.”
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Da ZH: Projeto limita trânsito de caminhões nas ruas
Uma proposta para tentar minimizar os congestionamentos pelos quais os motoristas são obrigados a passar todos os dias em Porto Alegre será protocolada hoje na Câmara de Vereadores. O projeto, de autoria do vereador André Carús (PMDB), limita o trânsito de caminhões em Porto Alegre a vias que tenham mais de três faixas de circulação durante determinados horários.
De acordo com o texto, os veículos não poderiam circular nessas vias entre as 8h e as 9h30min e das 17h30min às 19h. A intenção é melhorar o tráfego na cidade nos horários de pico.
– Provavelmente o projeto vai suscitar um debate maior, talvez haja consulta pública – disse Carús.
Autor da ideia, o presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Lindoia (Amal), Daniel Kieling, diz que a percepção de que as principais avenidas da Zona Norte – a Sertório e a Assis Brasil – estão no limite motivou a iniciativa. Caso a proposta seja aprovada, os caminhões teriam poucas vias para circular na Capital nos horários definidos pelo texto. Ipiranga e alguns trechos da Terceira Perimetral, Loureiro da Silva e Sertório poderiam ser utilizados.
O projeto foi criticado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs). Para o presidente da entidade, José Carlos Silvano, caso aprovado, o projeto causará mais problemas:
– Essa iniciativa já foi praticada em outras capitais e não deu certo. Porque, se nós restringirmos o horário, obviamente precisaremos de mais caminhões e mais pessoal para fazer a mesma coisa.
Silvano salientou que a medida é paliativa e não resolve o problema de trânsito. A solução seria, para ele, que a prefeitura fizesse investimentos em infraestrutura. O sindicato planeja contatar os vereadores para dar a sua visão sobre o assunto, disse o dirigente.
O secretário de Mobilidade Urbana e diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Romano Botin, confirmou haver a necessidade de se constituir um plano de mobilidade urbana que reúna o transporte de carga. Ele apontou que muitos detalhes do projeto do vereador do PMDB precisam ser avaliados, como o tamanho e o tipo dos caminhões, por exemplo.
Em São Paulo
- A capital paulista em áreas e vias definidas por legislação específica onde o trânsito de caminhões é proibido. Essas regiões são divididas em grupos. Alguns veículos podem obter licença para entrar nessas áreas nos horários específicos em que existe a proibição.
De acordo com o texto, os veículos não poderiam circular nessas vias entre as 8h e as 9h30min e das 17h30min às 19h. A intenção é melhorar o tráfego na cidade nos horários de pico.
– Provavelmente o projeto vai suscitar um debate maior, talvez haja consulta pública – disse Carús.
Autor da ideia, o presidente da Associação dos Moradores e Amigos do Lindoia (Amal), Daniel Kieling, diz que a percepção de que as principais avenidas da Zona Norte – a Sertório e a Assis Brasil – estão no limite motivou a iniciativa. Caso a proposta seja aprovada, os caminhões teriam poucas vias para circular na Capital nos horários definidos pelo texto. Ipiranga e alguns trechos da Terceira Perimetral, Loureiro da Silva e Sertório poderiam ser utilizados.
O projeto foi criticado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs). Para o presidente da entidade, José Carlos Silvano, caso aprovado, o projeto causará mais problemas:
– Essa iniciativa já foi praticada em outras capitais e não deu certo. Porque, se nós restringirmos o horário, obviamente precisaremos de mais caminhões e mais pessoal para fazer a mesma coisa.
Silvano salientou que a medida é paliativa e não resolve o problema de trânsito. A solução seria, para ele, que a prefeitura fizesse investimentos em infraestrutura. O sindicato planeja contatar os vereadores para dar a sua visão sobre o assunto, disse o dirigente.
O secretário de Mobilidade Urbana e diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Romano Botin, confirmou haver a necessidade de se constituir um plano de mobilidade urbana que reúna o transporte de carga. Ele apontou que muitos detalhes do projeto do vereador do PMDB precisam ser avaliados, como o tamanho e o tipo dos caminhões, por exemplo.
Em São Paulo
- A capital paulista em áreas e vias definidas por legislação específica onde o trânsito de caminhões é proibido. Essas regiões são divididas em grupos. Alguns veículos podem obter licença para entrar nessas áreas nos horários específicos em que existe a proibição.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
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